sábado, 11 de fevereiro de 2012

Olá queridos leitores, como estão ? sabe aqueles dias que você se encontra largado(a) no sofá, sem nada para fazer ? ai corremos logo para o companheiro chamado ' controle remoto ', pois bem ! estava eu em plena Segunda-Feira, de férias da Faculdade, me encontrei nesta mesma situação. Passando canal por canal sem prestar atenção no que estava passando de fato, quando sintonizei na Emissora ' Novo Tempo ' (SKY, canal 14) e estava passando um programa chamado ' Consultório de Família ' achei muito peculiar a chamada para o programa com isso me deixou bastante curioso sobre a temática do mesmo, deixei para ver do que se tratava esse programa que
havia descoberto.Lembro que o tema abordado neste dia foi ' Pessimismo ', eu como um estudante de Psicologia achei interessante a abordagem desse assunto na TV. Com isso descobrir que cada semana o programa trazia um temática diferente, cada tema mais rico que outro. E para explicar esses temas havia vários profissionais na área da saúde, como Psicólogos, Psiquiatras, Neurocientistas entre outros. Além da apresentadora, chamada  Darleide Alves, uma mulher de pulso firme, inteligente e principalmente uma mulher de Deus. Pois sim, descobrir também que não só se tratava de um programa de punho cientifico, mais sim um programa que enchia o coração dos seus telespectadores de Fé, era a junção de Fé com Ciência. Não deu outra passei a assistir todas as Segundas esse programa que para mim, foi um verdadeiro descobrimento, este é um tipo de programação que deveria ser adotado pelas demais Emissoras, uma programação que as pessoas deveriam prestar mais atenção, para se conhecer melhor e porque não aprender.! Mas é lamentável como podemos ver ainda pessoas perdendo seu rico tempo, enfrente a um aparelho de TV, dando ibope há certas programações vazias, sem ter com que nós acrescentar.Mas é o que as Emissoras tem para nós oferecer, porém essa escolha é nossa de continuarmos bitolados em uma determinada coisa que não vamos ganhar nada com isso ou mudar para um programação sádia, inteligente e para toda á família. Porque só o nome já diz ' Consultório de Família ' um programa para toda família. Eu recomendo, e tenho certeza que todos vão viciar, pois é assim que me sinto, viciado nesta programação, fico louco para que comece e triste quando está em seu último bloco, mais esperançoso pois sei que na próxima semana terá mais e mais e mais ...

O Consultório de Família é exibido pela Emissora Novo Tempo,ao vivo, toda Segunda-Feira ás 21:00 Hs.
Com reprises na Quarta ás 14:00; Sexta ás 12:00; Sábado ás 04:00; Domingo ás 10:00. Mais detalhes no site - http://novotempo.com/consultoriodefamilia/

Espero poder ver todos vocês por lá, posso esperar ? kkk beijos !!!

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

" O problema não é o problema. O problema é a atitude com relação ao problema. "
Kelly Young

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Psicologia está trabalhando pela jornada de 30 horas ! Contamos com a sua participação !

2 - Preencha seu nome, Email e número do seu CRP 
3 - E finalize em ' Enviar '

PRONTO !!! Ao clicar você estará enviando o manifesto para as autoridades competentes.

OBS : Caso você não tenha o número do CRP, não é obrigatório o preenchimento do mesmo.

Muito Obrigado, pela participação \O/
Por Fellipe Nascimento
Olá queridos leitores, já viram a Edição de nº  73 da Revista Psique ? ' Quando o amor vira doença ' é o tema principal da revista, traz um assunto bastante importante e cada vez mais presente em nossa sociedade. O Amor Patológico, um amor devorante que ultrapassa o limite da sensatez e do racional e vira uma doença.

O amor patológico tem origem na relação da mãe com o filho e em sua disponibilidade para suprir as necessidades emocionais da prole em situações estressantes, principalmente em casos de separação.

A pessoa embarca numa união simbiótica na tentativa de fugir da insuportável sensação de abandono. Ela dirige toda sua atenção à pessoa amada, desdobrando-se em cuidados e gentilezas que nunca cessam porque simplesmente ela não sabe como controlar o impulso de agradar o parceiro. Numa postura obcecada, aquele que vive esse amor não consegue mudar de foco: seu objeto de desejo torna-se prioridade, enquanto os outros interesses ficam em segundo plano.

Esse amor é vivido por pessoas de personalidade vulnerável, marcada pela baixa autoestima e pelos sentimentos de rejeição e raiva. São pessoas que crescem em famílias desajustadas, com pouca atenção e carinho dos pais. Por isso, tentam compensar esses anos de ausência com um amor possessivo.


A pessoa tem dificuldade de estabelecer limites entre ela e o parceiro, manifestada pela atitude constante de manter o outro sobre controle e uma busca incessante pela fusão com ele. Os critérios diagnósticos para o amor patológico são semelhantes aos da dependência química.

Ansiedade ambivalente :

O amor patológico surge conforme o vínculo que a pessoa vivencia com a mãe durante os primeiros anos de vida. Esse tipo de amor ocorreria quando a pessoa experimenta, na infância, uma relação insegura com a mãe, sofrendo a ansiedade de separação ( um tipo de vínculo que os especialistas chamam de " ansioso ambivalente " ). A atenção e proteção da mãe oscila ( ela está presente para apoiar a criança em algumas situações, mas em outras não ) criando ameaças de abandono usadas por ela como meio de controlar a criança. Na fase adulta, ela agirá como se nunca soubesse se a pessoa amada vai estar presente ou ausente. Ela verá as outras pessoas como mais importantes e sentirá medo da perda, por isso, precisará ser mais vigilante com seus parceiros.

Tipos de apego :
  • No apego seguro - a mãe é sensível às necessidades da criança e promove confiança de que os pais estarão disponíveis, caso ela se depare com uma situação amedrontadora. A pessoa, então, se sente encorajada a explorar o mundo, estando apta a vivenciar o amor saudável durante a vida adulta.
  • No apego rejeitador - há constante rejeição por parte da mãe quando a criança procurava obter proteção, gerando falta de confiança de que terá ajuda quando precisar. A pessoa passa a tentar viver sem amor e sem ajuda dos outros, ou seja, tornar-se emocionalmente autossuficiente.
  • No apego ansioso-ambivalente - os pais estiveram disponíveis em algumas situações e não em outras, levando o bebê a vivências de separação e ameaças de abandono, usadas pelo pai como meio de controle. Isso gera incerteza quanto à disponibilidade dos pais e, consequentemente, à ansiedade de separação no relacionamento adulto.
Controle e dependência :

A pessoa com amor patológico presta cuidados ao parceiro, mas com o intuito de obter afeto, sem respeitar as necessidades e interesses do outro, muitas vezes com atitude crítica quando não recebe o esperado, contrariamente ao conceito de cooperatividade, que inclui ajuda desinteressada, tolerância e empatia social.
Pessoas que sofrem de amor patológico também têm dificuldade de estipular metas e de se manter focado nelas.

As principais estratégias utilizadas para controle são ligações telefônicas, seguir o parceiro, interrogar sobre as atividades dele, ser extremamente atencioso para com as necessidades dele e provocar ciúme. As reações químicas observadas no cérebro daqueles que vivenciam o amor patológico seriam muito parecidas àquelas encontradas em pessoas que sofrem de transtorno obsessivo-compulsivo ou TOC, uma alteração de comportamento que faz com que a pessoa tenha pensamentos persistentes de medo e ansiedade. Para aliviar o mal-estar, ela costuma realizar tarefas ou gestos repetitivos, como se desdobrar em cuidados dirigidos à pessoa amada.

O amor patológico se assemelha à dependência por drogas ou álcool. A pessoa experimenta uma sensação de abstinência quando está longe da pessoa amada, gasta muito tempo e energia em cuidados, abandona atividades para cultivar esse amor, sua dedicação exagerada traz problemas para a pessoa que ama e também para a pessoa amada.

Amor patológico apresentam critérios semelhantes à dependência,sinais e sintomas de abstinência quando há ameaça de abandono.

Descargas biológicas :

O estado de exaltação desse amor provocaria fortes descargas de adrenalina, o que pode explicar o estado de constante euforia. As sensações experimentadas por quem vive esse tipo de amor são semelhantes à provocada por altas doses de anfetamina. Isso acontece porque o amor produz sua própria substância, a feniltilamina.

Ao ver fotos do ser amado, se " acendem " algumas partes do núcleo caudado do cérebro, estrutura que regula a sensação de recompensa. São zonas ricas em dopamina, neurotransmissor que age no cérebro promovendo sensação de motivação e prazer, e endorfina, que desperta sensação de bem-estar e euforia .
Pessoas com amor atológico não têm qualquer transtorno psiquiátrico, o que mostra que esse quadro pode surgir isoladamente. Outro achado é o alto risco de suicídio,maior prevalência de depressão e de transtornos ansiosos apresentaram TOC.

As teorias do amor :

Ser rejeitado por um grande amor é uma das experiências mais dolorosas da experiência humana.

Diagnóstico diferencial :

  • Amor saudável - o amor ocorre com controle e visa realização pessoal; 
  • Erotomania - a pessoa apresenta delírios de que está sendo amada por uma pessoa desconhecida e de posição social superior à sua; 
  • Ciúme patológico - a pessoa demonstra medo da perda, resultado da baixa autoestima e da sensação de insegurança;
  • Transtorno de personalidade borderline - a pessoa apresenta alta impulsividade e pela instabilidade emocional desde a infância, traços que podem se manifestar sobre o parceiro em situações de ameaça de abandono; 
  • Co dependência - a pessoa manifesta comportamento desajustado que se caracteriza pela dependência mútua numa relação; o problema está na dificuldade de lidar com uma pessoa dependente ( por jogo, drogas, sexo, etc ); 
  • Transtorno obessivo-compulsivo - a pessoa tem pensamentos intrusivos e persistentes que geram um comportamento repetitivo.
Critérios para diagnóstico de amor patológico :
  •  SINAIS E SINTOMAS DE ABSTINÊNCIA - Quando o parceiro está distante (física ou emocionalmente) ou perante ameaça de abandono, podem ocorrer: insônia, taquicardia, tensão muscular, alternância de períodos de letargia e intensa atividade.
  •  O ATO DE CUIDAR DO PARCEIRO OCORRE EM MAIOR QUANTIDADE DO QUE O INDIVÍDUO GOSTARIA - O indivíduo costuma se queixar de manifestar atenção ao parceiro.
  •  ATITUDES PARA REDUZIR OU CONTROLAR O COMPORTAMENTO PATOLÓGICO SÃO MAL SUCEDIDAS - Tentativas frustradas de diminuir ou interromper a atenção despendida ao companheiro.
  •  EXCESSIVO DISPÊNDIO DE TEMPO NO CONTROLE DAS ATIVIDADES DO PARCEIRO - A maior parte da energia e do tempo do indivíduo são gastos com atitudes e pensamentos para manter o parceiro sob controle.
  • ABANDONO DE INTERESSES E ATIVIDADES ANTES VALORIZADOS - Como o indivíduo passa a viver em função dos interesses do parceiro, as atividades propiciadoras da realização pessoal e profissional são relegadas.
  • O AMOR PATOLÓGICO É MANTIDO, APESAR DOS PROBLEMAS PESSOAIS E FAMILIARES - Mesmo consciente dos danos resultantes desse comportamento para sua qualidade de vida, persiste a queixa de não conseguir controlar tal conduta.
O que fazer ? :

O primeiro passo é o paciente se conscientizar do problema. O tratamento inclui psicoterapia psicodinâmica, pode aliviar sintomas que, provavelmente, estão presentes desde a infância.


Texto adaptado por Fellipe Nascimento

Pesquisa comprova que homofóbicos se excitam com gays :

Um grupo de pesquisadores do Departamento de Psicologia da Universidade da Georgia, nos EUA, realizou um estudo que concluiu que homens homofóbicos ficam excitados quando assistem à pornografia gay. O resultado da pesquisa foi divulgado na página do Centro Nacional de Informação Biotecnológica (NCBI).

A pesquisa contou com a participação de 64 homens que se declararam heterossexuais. Esse grupo inicial foi dividido em dois: 35 deles foram enquadrados como homofóbicos, enquanto 29 formaram o grupo não homofóbico, tendo como base o índice de homofobia proposto por Hudson WA Ricketts (1980). Todos os homens foram expostos à pornografia hétero, gay e lésbica. Enquanto isso, aparelhos mediam as variações da circunferência de seus pênis, analisando os níveis de interesse sexual naquilo que estava sendo exibido. Eles também preencheram um questionário.

De acordo com os pesquisadores, ambos os grupos apresentaram aumento na circunferência do pênis para os vídeos de sexo heterossexual e de conteúdo lésbico, porém, somente os homens homofóbicos mostraram um aumento na ereção peniana ao assistir cenas de sexo homossexual. Quando questionados, os homens homofóbicos negaram que tivessem se excitado ao ver as cenas de sexo homossexual.

Os pesquisadores concluíram que "a homofobia aparentemente está tão associada à excitação homossexual que o próprio homofóbico nega ou desconhece isso".


Veja o vídeo da pesquisa :


Por : Fellipe Nascimento

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Existia um homem ...
que tinha um filho que ele amava extremamente ...
 o homem trabalhava no controle da ponte do trem ...
 seu filho amava observar os trens ...
 e as pessoas que viajavam neles ...
 pessoas solitárias ... 
 com ira no coração ...
orgulhosas ...
 frustradas ...
 e viciadas ...

Mas um tráfico erro ...
o leva a uma escolha terrível ...
 deixar que todos no trem morram ...
 ou puxar a alavanca ...
 e deixar que seu filho seja esmagado pela ponte ...

A salvação de ' todos ' ...
requereu o sacrifício de ' um ' mais querido ... 
o sacrifício de ' um ' ...
trouxe a esperança para o futuro ...


'' Porque Deus amou o mundo 
de tal maneira, que deu Seu Filho 
unigênito, para que todos aquele
que nele crer não pereça,
mas tenha a vida eterna . ''

João 3:16
Por Fellipe Nascimento

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Bem vindos para o nosso blog ' Psicologia sem fronteiras ! '
Por Fellipe Nascimento